Fonte CBN Foz

Representar as cores do rubro-negro paranaense está cada vez mais concorrido. Depois das seis candidatas já inscritas, outras duas se juntaram ao time atrás do título que pode levar a ser Musa do Brasileirão. Amanda Assme e Bruna Paola querem ser a rainha dos corações atleticanos e mostram seus atributos.

As inscrições para o concurso podem ser feitas até 12 de julho pelo site. Duas candidatas de cada clube serão selecionadas por uma comissão interna no dia 5 de agosto. Depois, entre os dias 5 a 16 de agosto, os próprios internautas vão decidir qual musa representará o clube. Na sequência, a gata do Atlético-PR vai disputar com outras 19 musas o prêmio de Musa do Brasileirão.

Fernanda Carolina Machado, 23 anos

 Conheça algumas das candidatas a Musa do Atlético-PR

Fernanda Machado pinta como a favorita para representar o Furacão. Entre as seis candidatas, ela é que recebeu mais curtidas em sua página, durante o último mês. Fernanda acompanha todos os jogos em Curitiba e, quando possível, viaja para acompanhar o time. Com 23 anos, ela cita a conquista do Brasileirão de 2001 como um marco na história dela e, claro, do Atlético-PR:

— Sou apaixonada pelo meu time de alma, o Atlético-PR! Minha relação com o clube vem de berço, já que minha família é atleticana. Confesso que comecei a acompanhar mais o Furacão em 2001, quando ele foi campeão brasileiro. Ali eu tive a certeza de que o meu sangue é rubro-negro. Ver toda aquela festa, toda aquela alegria, aquele time brigando com raça foi demais… Me lembro até hoje da festa. Hoje em dia, não sou sócia pois trabalho na loja do Atlético-PR e, em todos os jogos aqui em Curitiba, estou presente. Mas, independentemente de ser sócia ou não, acompanho meu time. A última aventura foi ir para Joinville ver o jogo contra o Flamengo! Eu choro, brigo, grito, canto, dou minha opinião e estou presente. Minha história com Alético-PR teve uma data certa para começar, mas tenho certeza de que não existe data que faça com que esse amor acabe.

Amanda Assme, 26 anos

 Conheça algumas das candidatas a Musa do Atlético-PR Amanda Assme tem intimidade com as câmeras e quer ser a Musa atleticana (Foto: arquivo pessoal)

Pela cumplicidade com a lente, Amanda Assme já demonstra que conhece bem o meio. Ela é modelo, já trabalhou muito e agora quer o reconhecimento na área e, de preferência, representando o seu time do coração. Nascida em Campo Grande, no Mato Grosso, ela conta que se apaixonou pelo Atlético-PR logo que chegou em Curitiba.

— Minha paixão nasceu em 2004,quando vim morar em Curitiba. Minhas duas amigas eram torcedoras e isso me contagiou. Sempre que eu posso, vou ao estádio, mas quando os compromissos profissionais não deixam, acompanho pelo radinho.

A receita para ser musa, ela tem na ponta da língua. Amanda sabe que não basta ser torcedora ou ser bonita. É preciso, de preferência, unir os dois atributos e ainda saber respeitar o título.

— Tem que ser realmente Musa: ter beleza de uma musa ,respeitar os torcedores a qualquer custo, pois sem eles não somos nada e saber se portar como tal . Tem que fazer valer o título.

Bruna Paola, 20 anos

 Conheça algumas das candidatas a Musa do Atlético-PR Candidata a Musa do Atlético-PR, Bruna Paola é fã de Paulo Baier (Foto: arquivo pessoal)

A beleza metrosexual do craque Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, não passa desapercebido de Bruna Paola. Ela revela que ele é um ídolo e exemplo de beleza. Mas e o Atlético-PR?

Calma, atleticanos. A beldade de apenas 20 anos também tem seu exemplo: Paulo Baier. O «velhinho», como é chamado pelos jogadores, com todo o respeito, pode não ser um modelo à altura do jogador português, mas a candidata a musa lembra que ele tem outras coisas importantes que o fazem ser um exemplo.

— No meu time é o Paulo Baier, por ele ainda jogar muito, sempre que entra ajuda, tem categoria mesmo!

Adriele Andrade, 22 anos

 Conheça algumas das candidatas a Musa do Atlético-PR A morena Adriele Andrade conta que é torcedora do Atlético-PR de berço (Foto: Arquivo pessoal)

Adriele Andrade é rubro-negra de coração. Torcedora de berço, ela cita o ano de 2001 como histórico, relembra o tempo em que era sócia e não vê a hora de voltar para a Arena da Baixada, que está fechada para obras e vai reabrir apenas no ano que vem.

— Eu nasci atleticana, mas comecei a torcer mesmo aos meus 11 anos, quando o Atlético-PR ganhou o Campeonato Brasileiro de 2001. Esse jogo ficou para a história do Atlético-PR e para a minha também. Maior parte de minha infância é lembrada por conta do Atlético-PR. Desde então, meu padrasto se associou ao clube e me levava sempre junto com a minha mãe e meus três irmãos. Era um sentimento único. Só de entrar no estádio, começava a suar de nervoso. Ficamos sócios por muito tempo. Sinto falta dessa época. Infelizmente, não tenho tido tempo nos últimos anos de me dedicar a torcer pelo Atlético. Sei que, como toda torcedora fiel, deveria segui-lo em toda parte. Mas, por motivos de trabalho e muitas vezes falta de verba, acabo deixando de lado o meu prazer, que era estar no estádio sentindo a energia. Mas o meu sonho ainda é entrar na Arena toda linda depois das reformar e gritar mais uma vez «é campeão».

Fernanda Cristine Gonçalves, 19 anos: 

 Conheça algumas das candidatas a Musa do Atlético-PR Mais nova, Fernanda Cristine Gonçalves teve que driblar a pressão do pai coxa-branca (Foto: Arquivo pessoal)

Fernanda Cristina Gonçalves é a candidata mais nova. Com 19 anos, ela — que teve de resistir às tentativas do pai em transformá-la em coxa-branca — é torcedora fanática do Furacão. Vai ao estádio uniformizada, canta, grita, xinga… Fernanda relembra o primeiro jogo dela na Arena, um Atletiba, e a festa pelo título de 2001.

— Minha paixão pelo Atlético-PR começou pela torcida. Desde pequena, meu pai, que é torcedor do Coritiba, queria que eu também fosse, mas a admiração pelo time rubro-negro foi mais forte. Meu tio sempre vestia camisas do Atlético, e eu achava a camisa linda, cores vivas, o símbolo… Cresci vendo o Atlético-PR ganhar e conquistar o Campeonato Brasileiro em 2001, primeiro título nacional do clube, e foi uma festa. A partir daí, comecei a acompanhar o time e pedi para esse meu tio me levar a um jogo do Atlético. Num sábado à noite, ele chegou na minha casa e falou que iríamos ao jogo no domingo: um Atletiba, primeiro jogo que eu fui na Arena. Foi inesquecível. Ninguém ficava parado. Era o tempo todo cantando, incentivando e, quando foi gol, a Baixada tremeu, a emoção contagiou, coisa que só um coração atleticano pode sentir. Depois desse jogo, virei atleticana fanática, apaixonada de corpo, alma e coração. É mais que torcer, é gritar, é xingar, é chorar, é chegar na Arena e o coração acelerar, ver o ninguém ficar parado dentro do estádio, torcer loucamente, é ser apaixonada pelo time. Acompanho o Atlético-PR como posso, vou aos jogos e sou sócia, com certeza!

Patrícia Leal, 24 anos:

 Conheça algumas das candidatas a Musa do Atlético-PR

Patrícia Leal carrega o Rubro-Negro no cabelo: Estou sempre homenageando o Furacão (Foto: Arquivo pessoal) 

Patrícia Leal carrega uma prova de amor ao Atlético-PR: o cabelo dela é vermelho e preto, as cores do clube de coração. Influenciada pela avó, ela acompanha todas as notícias do Furacão, mesmo de longe. E, como toda boa torcedora, garante apoiar o Furacão nas vitórias e nas derrotas:

— Comecei a torcer para o meu time quando eu ainda era criança. A minha família nunca foi de assistir aos jogos e torcer para algum time, com exceção da minha vó, que acompanhava os jogos do Atlético pelo rádio, vibrava e torcia a cada lance. Ela me influenciou a torcer e amar esse time. Devido ao meu trabalho e por falta de tempo, não vou ao estádio, mas sempre que posso acompanho jogos pela TV, rádio e, principalmente, notícias pela internet. Mas estou sempre apoiando meu time na vitória ou na derrota, vibro a cada conquista! E sempre estou homenageando ele. Prova disso é meu cabelo.